O ano inicia... Muitas expectativas, muitos planos, muitos objetivos... Sonhos, alimento da alma, fé o pão do Espírito. É assim, nossa vida nesse vai e vem, nesse sempre por vir... Projetos, projetos e projetos.
Deus uma pessoa extraordinária que fragmentou o tempo e nos permite renovar, renascer, restituir... Deus, Deus e somente Deus... Não há outro como Ele, não há desejo mais intenso, não há alegria mais contagiante, não há...
Por mais que se planeje, por mais que se sonhe, e essas são coisas fundamentais na vida humana, não há espaço para preocupação, não há espaço para angustia, não há espaço... “Nem Salomão com toda sua glória se vestiu como um dos lírios do campo...” Deus é assim, supridor no meio da escassez, abundancia no deserto, alívio imediato, refresco, refresco, refresco...
Bem vindo novo ano, bem vindo ano novo que tudo se realize no ano que acaba de nascer!
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Fim de Ano...
Olá pessoas,
Faz um tempão que não posto nada! Não é por falta de acontecimentos ou palavra, justifica-se mais pelo proprio desejo de escrever. Escrever é um dom, e precisa ser feito com muito bom grado. Na correria do dia a dia, foi passando, passando, passando, e.... Nunca mais postei nada!
Mas quero dedicar esse post ao meu amado Papai do Céu. Quero agardecer por tudo, pelos livramentos que vi e pelos que não vi também, pelas graças que alcancei e pelas que não tive a oportunidade, pelo sol, pela chuva, pela abundância, pela FALtura "rsrsrs", pelo amor, pelo amor... amor...
Pai muitos são os agradecimentos, são por demais numeros que meus lábios, ou dedos possam expressar. Tua vida em mim, minha vida em Ti... Isso faz toda diferença!
Aos leitores, obrigada pela visita, obrigada pelo comentario, obrigada também pela falta do mesmo... Obrigada! Desejo mesmo que Deus os abençoe e que 2012 seja um ano de muitas realizações e que principalmente seja um ano de Encontro com Deus!
Paz e graça!
Faz um tempão que não posto nada! Não é por falta de acontecimentos ou palavra, justifica-se mais pelo proprio desejo de escrever. Escrever é um dom, e precisa ser feito com muito bom grado. Na correria do dia a dia, foi passando, passando, passando, e.... Nunca mais postei nada!
Mas quero dedicar esse post ao meu amado Papai do Céu. Quero agardecer por tudo, pelos livramentos que vi e pelos que não vi também, pelas graças que alcancei e pelas que não tive a oportunidade, pelo sol, pela chuva, pela abundância, pela FALtura "rsrsrs", pelo amor, pelo amor... amor...
Pai muitos são os agradecimentos, são por demais numeros que meus lábios, ou dedos possam expressar. Tua vida em mim, minha vida em Ti... Isso faz toda diferença!
Aos leitores, obrigada pela visita, obrigada pelo comentario, obrigada também pela falta do mesmo... Obrigada! Desejo mesmo que Deus os abençoe e que 2012 seja um ano de muitas realizações e que principalmente seja um ano de Encontro com Deus!
Paz e graça!
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Lágrimas nos olhos... Clama Igreja!!! CLAMA!!!
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/06/pastoras-lesbicas-querem-fazer-evangelizacao-na-parada-gay-de-sp.html
Senhor!! Por favor, eu suplico. Misericórdia...
Senhor!! Por favor, eu suplico. Misericórdia...
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Realengo- RJ... Triste realidade
Não tinha amigos, não batia papo nem contava piada, nunca namorou, jamais lhe deram um cheiro no cangote ou alisaram sua mão, nunca transou, não torcia por time algum, nunca foi ao Maracanã, não xingou juiz de ladrão, de sua garganta jamais saiu um grito apaixonado de gol, não desfilou em qualquer bloco de carnaval. Passava o tempo na internet, em jogos eletrônicos, mas nunca recebeu um aviso no FaceBook solicitando: “me adicione como amigo”.
Esse filme a gente já viu. Ele é americano. Surge, agora, uma produção brasileira, um compacto que mistura roteiros das várias versões importadas dos Estados Unidos. Aqui o cenário foi uma escola em Realengo, no subúrbio carioca. O personagem principal invadiu a escola, executou friamente 12 alunos e feriu mais dez. Foram importados dos Estados Unidos seu nome - Wellington - e os dois apelidos - Sherman e depois Suingue, botados pelos colegas.
O primeiro foi inspirado na figura nerd de Chuck Sherman, “the Sherminator”, do filme American Pie. O segundo, no seu jeito desajeitado de caminhar, causado por uma perna ligeiramente menor que a outra, que produz um balanço, um “suingue”, no dizer debochado dos colegas. Na versão americana de Ohio, o aluno H. Coon, que entrou na escola e atirou em quatro colegas antes de se suicidar, também mancava e ficou conhecido pelo apelido de Deixa-que-eu-chuto.
A história de Wellington começa a ser contada, aos fragmentos, por colegas, vizinhos e irmãos adotivos entrevistados pela mídia, com registros esparsos sobre seu nascimento e sua passagem pelo mundo da família, da escola e do trabalho. Aliás, ele não nasceu, foi excluído do ventre de sua mãe - uma moradora de rua com problemas mentais.
Precisa de carinho
Na escola, usava calças com cós acima da cintura e meias até os joelhos. A menina mais bonita da turma se jogava em cima dele, fingindo assediá-lo, só pra sacanear. Ganhou fama de homossexual. Não reagia às agressões. À semelhança do estudante de origem sul coreana, nos Estados Unidos, Cho Seung-hui, que matou 32 pessoas na Universidade de Virginia e deixou uma carta dizendo ter sido discriminado como um bicho: “Eu morro como Jesus Cristo, para inspirar gerações de pessoas fracas e indefesas”.
Seguindo o modelo americano, Wellington também escreveu uma carta, rogando para que na sua vinda “Jesus me desperte do sono da morte”. Nela, deixou um testamento, legando sua casa para alguma instituição encarregada de cuidar dos animais abandonados, “pois os animais são seres muito desprezados e precisam muito mais de proteção e carinho do que os seres humanos que possuem a vantagem de poder se comunicar”.
Wellington não tinha o poder de se comunicar. “Mal ouvíamos a voz dele, vivia no mundo dele”, contou uma vizinha. “Era muito calado, muito fechado e a galera pegava muito no pé dele, mas não a ponto de ele fazer isso”, disse seu ex-colega Bruno Linhares, 23 anos, se referindo ao massacre. Precisava de proteção e carinho?
Outros colegas admitiram que o rapaz foi vítima de “bullying” na Escola Municipal Tasso da Silveira, onde estudou de 1999 a 2002, quando sofreu constantes intimidações. “Além de tudo, ele ainda tirava notas baixas”, completou Bruno. No 8º ano, ficou em recuperação em quase todas as matérias.
“A gente chorou muito pensando que Wellington matou aquelas 12 crianças em represália pelo que aconteceu com ele quando nós estudávamos juntos”, contou Thiago da Cruz, outro ex-colega, que usou o adjetivo assustador para se referir ao bullying e à chacota a que Wellington foi submetido. Em entrevista à Folha, reconheceu que não suspeitava do dano que cometeram e acrescentou chorando: “Não era para ninguém ter pago por uma coisa que nós fizemos”.
“Ele era tímido e calado”, confirmou ao Globo o gerente da fábrica de alimentos Rica, sediada em Jacarepaguá, adiantando que Wellington permaneceu silencioso o tempo todo numa dinâmica de grupo realizada na firma, onde trabalhou durante dois anos como auxiliar de almoxarifado. A indústria, que abate 170 mil aves por dia e aloja cerca de 46 milhões de pintos, considerou “baixa” a produtividade dele.
Por isso, Wellington Menezes de Oliveira, 23 anos, foi excluído do trabalho, demitido em agosto de 2010. Ficou desempregado. Depois da morte da mãe adotiva, passou a morar sozinho, mergulhado na mais extrema solidão. Não foi apurado ainda com que recursos ele sobreviveu nos últimos meses.
Nessa quinta feira, 7 de abril, vestido de preto e com duas armas, como o menino de Ohio, Wellington voltou ao local do crime -a escola onde estudou- para acabar com aquilo que o molestara. Incorporou o apelido de “The Sherminator”, encurralou e executou 12 crianças, feriu outras 13, quase todas mulheres, num banho de sangue nunca visto numa escola brasileira. Depois, ferido, se suicidou com um tiro na boca.
Escola de merda
Errou o alvo. Atirou no que viu e matou o que não viu. Ceifou os sonhos de Larissa,14 anos, que queria ser modelo; de Bianca, a gêmea de 13 anos, que gostava de navegar na internet; de Mariana, 12 anos, o xodó da família, que adorava tirar fotografias; de Géssica, 15 anos, uma menina alegre que havia feito planos de estudar na Marinha; de Igor que gostava de futebol, torcia pelo Flamengo e jogava na Escolinha do Vasco. E de tantas outras adolescentes sonhadores.
“Ela morreu naquela escola de merda”, gritava dentro do hospital dona Suely, mãe de Géssica. Familiares e amigos ficaram imersos no desespero, na revolta, na dor e na perplexidade. Como foi possível isso acontecer? Podíamos ter evitado? Como?
“Poderia ter sido um de nós, um de nossos filhos”, escreveu uma leitora do Globo, sem atentar que foram 12 de nós, 12 de nossos filhos. Por isso é que o Brasil inteiro se sentiu ferido com os tiros disparados por Wellington, que atingiu a todos nós, embora com intensidade diferente.
O presidente do Senado, José Sarney, sempre “brilhante”, sugeriu que “o governo deve, a partir desse episódio, reforçar a segurança dentro das escolas brasileiras e até mesmo incluir no currículo um item chamado segurança”. Outras sugestões foram feitas: instalação de câmeras, detectores de metal, catracas, guaritas, porteiros armados. Por que não canhões? Ou fossos ao redor como nos castelos feudais? Isolar a escola da comunidade onde está encravada é alguma garantia de segurança?
A prefeitura do Rio chegou a iniciar, em novembro do ano passado, a contratação de porteiros para as escolas, mas houve denúncias de que as vagas estavam sendo loteadas através de indicação política, naquele modelo que o Sarney gosta, usa e abusa. Suspenderam as contratações e abriram uma CPI.
O governador Sérgio Cabral, ainda desorientado, diagnosticou o assassino como “psicopata”, como um “animal”, reforçando as palavras de Sarney. para quem Wellington é “um fanático”, “um fronteiriço, possesso -esta é a palavra - entre a loucura e a maldade”. O diagnóstico dos dois configura “exercício ilegal da profissão”.
Quem produziu Wellington? Por que um espetáculo tão macabro, no qual todos somos perdedores? Se não procurarmos responder essa pergunta, outros Wellingtons surgirão, tirando o gostinho dos Bolsonaros por seu linchamento, já que se suicidou. O diabo é que estamos todos perplexos, confusos. Quem diz que sabe o porquê do acontecido, sinalizando um único fator como a causa de tudo, comete um erro. Uma certeza nós temos: nem o presidente do Senado nem o governador sabem o que dizem.
Desconfio que além das pessoas tocadas de perto pela tragédia, precisamos todos, os 180 milhões de brasileiros, de assistência psicológica. No meio de tanta dor, não temos ainda a grandeza sequer de dizer: Descansa em paz, Wellington. Enquanto isso, só nos resta fazer como os familiares das crianças assassinadas e os moradores de Realengo que nesse sábado deram um enorme abraço na Escola Tasso da Silveira.
Alô, Alô, Realengo, aquele abraço solidário e aquele cheiro no cangote que Wellington nunca recebeu, levando consigo três fiapos de humanidade: o beijo na testa da professora de literatura, a preocupação com os animais desamparados e a retirada de um aluno de sua mira: “Fica frio, gordinho, que eu não vou te matar”.
POR JOSÉ RIBAMAR BESSA FREIRE
Esse filme a gente já viu. Ele é americano. Surge, agora, uma produção brasileira, um compacto que mistura roteiros das várias versões importadas dos Estados Unidos. Aqui o cenário foi uma escola em Realengo, no subúrbio carioca. O personagem principal invadiu a escola, executou friamente 12 alunos e feriu mais dez. Foram importados dos Estados Unidos seu nome - Wellington - e os dois apelidos - Sherman e depois Suingue, botados pelos colegas.
O primeiro foi inspirado na figura nerd de Chuck Sherman, “the Sherminator”, do filme American Pie. O segundo, no seu jeito desajeitado de caminhar, causado por uma perna ligeiramente menor que a outra, que produz um balanço, um “suingue”, no dizer debochado dos colegas. Na versão americana de Ohio, o aluno H. Coon, que entrou na escola e atirou em quatro colegas antes de se suicidar, também mancava e ficou conhecido pelo apelido de Deixa-que-eu-chuto.
A história de Wellington começa a ser contada, aos fragmentos, por colegas, vizinhos e irmãos adotivos entrevistados pela mídia, com registros esparsos sobre seu nascimento e sua passagem pelo mundo da família, da escola e do trabalho. Aliás, ele não nasceu, foi excluído do ventre de sua mãe - uma moradora de rua com problemas mentais.
Precisa de carinho
Na escola, usava calças com cós acima da cintura e meias até os joelhos. A menina mais bonita da turma se jogava em cima dele, fingindo assediá-lo, só pra sacanear. Ganhou fama de homossexual. Não reagia às agressões. À semelhança do estudante de origem sul coreana, nos Estados Unidos, Cho Seung-hui, que matou 32 pessoas na Universidade de Virginia e deixou uma carta dizendo ter sido discriminado como um bicho: “Eu morro como Jesus Cristo, para inspirar gerações de pessoas fracas e indefesas”.
Seguindo o modelo americano, Wellington também escreveu uma carta, rogando para que na sua vinda “Jesus me desperte do sono da morte”. Nela, deixou um testamento, legando sua casa para alguma instituição encarregada de cuidar dos animais abandonados, “pois os animais são seres muito desprezados e precisam muito mais de proteção e carinho do que os seres humanos que possuem a vantagem de poder se comunicar”.
Wellington não tinha o poder de se comunicar. “Mal ouvíamos a voz dele, vivia no mundo dele”, contou uma vizinha. “Era muito calado, muito fechado e a galera pegava muito no pé dele, mas não a ponto de ele fazer isso”, disse seu ex-colega Bruno Linhares, 23 anos, se referindo ao massacre. Precisava de proteção e carinho?
Outros colegas admitiram que o rapaz foi vítima de “bullying” na Escola Municipal Tasso da Silveira, onde estudou de 1999 a 2002, quando sofreu constantes intimidações. “Além de tudo, ele ainda tirava notas baixas”, completou Bruno. No 8º ano, ficou em recuperação em quase todas as matérias.
“A gente chorou muito pensando que Wellington matou aquelas 12 crianças em represália pelo que aconteceu com ele quando nós estudávamos juntos”, contou Thiago da Cruz, outro ex-colega, que usou o adjetivo assustador para se referir ao bullying e à chacota a que Wellington foi submetido. Em entrevista à Folha, reconheceu que não suspeitava do dano que cometeram e acrescentou chorando: “Não era para ninguém ter pago por uma coisa que nós fizemos”.
“Ele era tímido e calado”, confirmou ao Globo o gerente da fábrica de alimentos Rica, sediada em Jacarepaguá, adiantando que Wellington permaneceu silencioso o tempo todo numa dinâmica de grupo realizada na firma, onde trabalhou durante dois anos como auxiliar de almoxarifado. A indústria, que abate 170 mil aves por dia e aloja cerca de 46 milhões de pintos, considerou “baixa” a produtividade dele.
Por isso, Wellington Menezes de Oliveira, 23 anos, foi excluído do trabalho, demitido em agosto de 2010. Ficou desempregado. Depois da morte da mãe adotiva, passou a morar sozinho, mergulhado na mais extrema solidão. Não foi apurado ainda com que recursos ele sobreviveu nos últimos meses.
Nessa quinta feira, 7 de abril, vestido de preto e com duas armas, como o menino de Ohio, Wellington voltou ao local do crime -a escola onde estudou- para acabar com aquilo que o molestara. Incorporou o apelido de “The Sherminator”, encurralou e executou 12 crianças, feriu outras 13, quase todas mulheres, num banho de sangue nunca visto numa escola brasileira. Depois, ferido, se suicidou com um tiro na boca.
Escola de merda
Errou o alvo. Atirou no que viu e matou o que não viu. Ceifou os sonhos de Larissa,14 anos, que queria ser modelo; de Bianca, a gêmea de 13 anos, que gostava de navegar na internet; de Mariana, 12 anos, o xodó da família, que adorava tirar fotografias; de Géssica, 15 anos, uma menina alegre que havia feito planos de estudar na Marinha; de Igor que gostava de futebol, torcia pelo Flamengo e jogava na Escolinha do Vasco. E de tantas outras adolescentes sonhadores.
“Ela morreu naquela escola de merda”, gritava dentro do hospital dona Suely, mãe de Géssica. Familiares e amigos ficaram imersos no desespero, na revolta, na dor e na perplexidade. Como foi possível isso acontecer? Podíamos ter evitado? Como?
“Poderia ter sido um de nós, um de nossos filhos”, escreveu uma leitora do Globo, sem atentar que foram 12 de nós, 12 de nossos filhos. Por isso é que o Brasil inteiro se sentiu ferido com os tiros disparados por Wellington, que atingiu a todos nós, embora com intensidade diferente.
O presidente do Senado, José Sarney, sempre “brilhante”, sugeriu que “o governo deve, a partir desse episódio, reforçar a segurança dentro das escolas brasileiras e até mesmo incluir no currículo um item chamado segurança”. Outras sugestões foram feitas: instalação de câmeras, detectores de metal, catracas, guaritas, porteiros armados. Por que não canhões? Ou fossos ao redor como nos castelos feudais? Isolar a escola da comunidade onde está encravada é alguma garantia de segurança?
A prefeitura do Rio chegou a iniciar, em novembro do ano passado, a contratação de porteiros para as escolas, mas houve denúncias de que as vagas estavam sendo loteadas através de indicação política, naquele modelo que o Sarney gosta, usa e abusa. Suspenderam as contratações e abriram uma CPI.
O governador Sérgio Cabral, ainda desorientado, diagnosticou o assassino como “psicopata”, como um “animal”, reforçando as palavras de Sarney. para quem Wellington é “um fanático”, “um fronteiriço, possesso -esta é a palavra - entre a loucura e a maldade”. O diagnóstico dos dois configura “exercício ilegal da profissão”.
Quem produziu Wellington? Por que um espetáculo tão macabro, no qual todos somos perdedores? Se não procurarmos responder essa pergunta, outros Wellingtons surgirão, tirando o gostinho dos Bolsonaros por seu linchamento, já que se suicidou. O diabo é que estamos todos perplexos, confusos. Quem diz que sabe o porquê do acontecido, sinalizando um único fator como a causa de tudo, comete um erro. Uma certeza nós temos: nem o presidente do Senado nem o governador sabem o que dizem.
Desconfio que além das pessoas tocadas de perto pela tragédia, precisamos todos, os 180 milhões de brasileiros, de assistência psicológica. No meio de tanta dor, não temos ainda a grandeza sequer de dizer: Descansa em paz, Wellington. Enquanto isso, só nos resta fazer como os familiares das crianças assassinadas e os moradores de Realengo que nesse sábado deram um enorme abraço na Escola Tasso da Silveira.
Alô, Alô, Realengo, aquele abraço solidário e aquele cheiro no cangote que Wellington nunca recebeu, levando consigo três fiapos de humanidade: o beijo na testa da professora de literatura, a preocupação com os animais desamparados e a retirada de um aluno de sua mira: “Fica frio, gordinho, que eu não vou te matar”.
POR JOSÉ RIBAMAR BESSA FREIRE
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Amor Irresistível
Eu não merecia o teu favor
Você mesmo assim
Se entregou
Você me amou quando eu era disforme
Escreveu de sangue que eu seria Seu
Plantei os espinhos em que pisei
E por toda vida eu sangrei
Até que um dia eu Te conheci
E vi que era tempo de mudar enfim
Eu nunca esperava ter mais uma chance
E vi o Teu perdão chegando num instante
Foi como um abraço chamando pra perto
Amor irresistível
Irresistível amor
Foi como se o tempo recomeçasse
Eu, uma criança
O mundo, um parque
Onde no balanço enxergo o Teu braço
Amor irresistível
Irresistível amor
Não dá pra entender
Por que me escolher?
Minha mente não entende
Mas meu coração aceita você
Em mim
Senhor
Você mesmo assim
Se entregou
Você me amou quando eu era disforme
Escreveu de sangue que eu seria Seu
Plantei os espinhos em que pisei
E por toda vida eu sangrei
Até que um dia eu Te conheci
E vi que era tempo de mudar enfim
Eu nunca esperava ter mais uma chance
E vi o Teu perdão chegando num instante
Foi como um abraço chamando pra perto
Amor irresistível
Irresistível amor
Foi como se o tempo recomeçasse
Eu, uma criança
O mundo, um parque
Onde no balanço enxergo o Teu braço
Amor irresistível
Irresistível amor
Não dá pra entender
Por que me escolher?
Minha mente não entende
Mas meu coração aceita você
Em mim
Senhor
segunda-feira, 14 de março de 2011
???!!!!!...
E quando tudo parece que vai dar certo...
Um dia na vida imaginamos que todas as coisas vão dar certo, então você planeja, projeta, sonha... E de repente, não mais que de repente uma noticia bombástica!
Não! Tudo que você imaginou não passou de um mero sonho... A realidade não é um mundo de fantasia, não é o sonho da Cinderela e o Universo não gira em torno de você!
Poderia ser diferente, poderia não ter criado tanta expectativa, poderia ser mais cautelosa, entretanto...
Ingênua menina...
Tudo como antes no quartel de Abrantes!!!
Um dia na vida imaginamos que todas as coisas vão dar certo, então você planeja, projeta, sonha... E de repente, não mais que de repente uma noticia bombástica!
Não! Tudo que você imaginou não passou de um mero sonho... A realidade não é um mundo de fantasia, não é o sonho da Cinderela e o Universo não gira em torno de você!
Poderia ser diferente, poderia não ter criado tanta expectativa, poderia ser mais cautelosa, entretanto...
Ingênua menina...
Tudo como antes no quartel de Abrantes!!!
quinta-feira, 3 de março de 2011
Êta pessoal, começou o carnaval!!!!
Depois de algum tempo sem tempo para postar, não poderia deixar de arrumar um tempo, nem que esse tempo fosse corrido para falar... Falar de quê?!
Hum... Você nem imagina! Car... car... car..., ... Não estou falando de CARNE pura e simplesmente, estou falando do carnaval!!!!
Vamos lá, essa festa que nesse ano chegou um pouco mais tarde, e , abre aspas, se dependesse de mim não chegaria nunca, fecha aspas, não deixou de acontecer... Um final de ano marcado por dor, um inicio de ano marcado por chuvas... Parece se repetir a cada ano, e o folião... Vou correr atrás do... Vou não, posso não minha mulher não deixa não... Que natureza!!!
Pessoas pensantes, se parar pra pensar saberá que tolice fará! Rsrsrsrs
Bom sem muito pra dizer. Vírus, rota-virus, turistas, peregrinos, crianças, homens, mulheres, mercado informal, mercado formal... tudo como dantes no quartel de Abrantes!
Igreja, te convido para guerrear!
Hum... Você nem imagina! Car... car... car..., ... Não estou falando de CARNE pura e simplesmente, estou falando do carnaval!!!!
Vamos lá, essa festa que nesse ano chegou um pouco mais tarde, e , abre aspas, se dependesse de mim não chegaria nunca, fecha aspas, não deixou de acontecer... Um final de ano marcado por dor, um inicio de ano marcado por chuvas... Parece se repetir a cada ano, e o folião... Vou correr atrás do... Vou não, posso não minha mulher não deixa não... Que natureza!!!
Pessoas pensantes, se parar pra pensar saberá que tolice fará! Rsrsrsrs
Bom sem muito pra dizer. Vírus, rota-virus, turistas, peregrinos, crianças, homens, mulheres, mercado informal, mercado formal... tudo como dantes no quartel de Abrantes!
Igreja, te convido para guerrear!
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Adeus 2010
Enfim, estamos na ultima semana de 2010.
O ano que parecia não querer acabar mais esta por terminar...
Não diria que foi um ano ruim, mas também não posso dizer que foi dos melhores!!!
Muitos altos e baixos, muitos baixos e baixos... Entretanto acredito que foi um ano de amadurecimento, um ano de entender que a vida é muito mais que um conto de fadas, que a realidade bate a porta todos os dias e que existe um Deus que é Pai e que conhece cada limitação de seus filhos.
Me deparei com pessoas criticando meu geito de ser, pessoas que esperaram mais que deveriam, pessoas que se surpreenderam, pessoas que simplesmente me conheceram... Sou assim! O que poucos tem coragem de ser ou assumir. Meio durona meio derretida, meio brincalhona, meio turrona, meio, meio, meio... Mas o que muitos não conseguem entender é que somos o que devemos ser, e lutamos para parecer com Cristo e não com a imagem que desejam que sejamos! Entendi isso.
Se para parecer mais com meu amado papai, então vale a pena mudar alguns paradgmas, superar as limitações... Não servir de marionete nas mãos de quem tem uma mascara para colocar em seu rosto.
É, foi um ano assim... Muitas lições, muitos desafios, muitas superações...
Espero que 2011 seja um ano de RESTITUIÇÃO!
O ano que parecia não querer acabar mais esta por terminar...
Não diria que foi um ano ruim, mas também não posso dizer que foi dos melhores!!!
Muitos altos e baixos, muitos baixos e baixos... Entretanto acredito que foi um ano de amadurecimento, um ano de entender que a vida é muito mais que um conto de fadas, que a realidade bate a porta todos os dias e que existe um Deus que é Pai e que conhece cada limitação de seus filhos.
Me deparei com pessoas criticando meu geito de ser, pessoas que esperaram mais que deveriam, pessoas que se surpreenderam, pessoas que simplesmente me conheceram... Sou assim! O que poucos tem coragem de ser ou assumir. Meio durona meio derretida, meio brincalhona, meio turrona, meio, meio, meio... Mas o que muitos não conseguem entender é que somos o que devemos ser, e lutamos para parecer com Cristo e não com a imagem que desejam que sejamos! Entendi isso.
Se para parecer mais com meu amado papai, então vale a pena mudar alguns paradgmas, superar as limitações... Não servir de marionete nas mãos de quem tem uma mascara para colocar em seu rosto.
É, foi um ano assim... Muitas lições, muitos desafios, muitas superações...
Espero que 2011 seja um ano de RESTITUIÇÃO!
terça-feira, 16 de novembro de 2010
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Entre a promessa e a razão.
Em momentos de dor, quando a angustia aperta o coração, quando você se depara com o cumprimento da promessa de Deus para sua vida e o calabouço dos sentimentos, razões e emoções.
Momento crucial, momento de confronto, momento de renuncia...
Dói, dói, dói muito, mas é preciso decidir, é preciso escolher, dar um passo quando não se quer andar, quando não se tem vontade, ou melhor quando não se tem força... É preciso deixar para traz aquilo que te aprisiona, aquilo que te faz afundar, aquilo que aparentemente você teria “razão”.
Razão, essa seria a maneira mais sutil de deixar as promessas de lado, de questionar o plano sobrenatural, que por sinal é inquestionável, de duvidar de tudo e de todos, de sentir-se a mais frágil entre os humanos, de sentir o fracasso bater a sua porta, de simplesmente tentar fugir, sumir, desaparecer!
Então: Corra de ter razão, busque Aquele que é eterno, busque a promessa, liberte seu coração... Perdoe, ame, sirva... Nada mais, faça o que Ele faria!
Momento crucial, momento de confronto, momento de renuncia...
Dói, dói, dói muito, mas é preciso decidir, é preciso escolher, dar um passo quando não se quer andar, quando não se tem vontade, ou melhor quando não se tem força... É preciso deixar para traz aquilo que te aprisiona, aquilo que te faz afundar, aquilo que aparentemente você teria “razão”.
Razão, essa seria a maneira mais sutil de deixar as promessas de lado, de questionar o plano sobrenatural, que por sinal é inquestionável, de duvidar de tudo e de todos, de sentir-se a mais frágil entre os humanos, de sentir o fracasso bater a sua porta, de simplesmente tentar fugir, sumir, desaparecer!
Então: Corra de ter razão, busque Aquele que é eterno, busque a promessa, liberte seu coração... Perdoe, ame, sirva... Nada mais, faça o que Ele faria!
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Enfim, postando novamente...
Olá pessoas,
Faz um tempo que não posto nada. Na verdade estou um tanto quanto sem palavras, sem inspiração, rasteira na arte de escrever.
Um tempo estranho, mas um tempo... É... não sei definir, sei que não muito bom, mas que me trouxe alguns aprendizados.
Na verdade ainda é meio assim, ainda estou sem palavras, mas mesmo que elas não me venham posso dizer: Estou sem elas!!! Parece meio louco, sem noçõa, sem sentido, mas é mesmo assim que me sinto!
Passei pra dizer oi, só isso.
Um abraço.
Faz um tempo que não posto nada. Na verdade estou um tanto quanto sem palavras, sem inspiração, rasteira na arte de escrever.
Um tempo estranho, mas um tempo... É... não sei definir, sei que não muito bom, mas que me trouxe alguns aprendizados.
Na verdade ainda é meio assim, ainda estou sem palavras, mas mesmo que elas não me venham posso dizer: Estou sem elas!!! Parece meio louco, sem noçõa, sem sentido, mas é mesmo assim que me sinto!
Passei pra dizer oi, só isso.
Um abraço.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Uma oração.
Meu Jesus, me leva pra perto de ti
Me leva onde eu possa ouvir a tua voz
Pois quando eu escutar
De todo coração, obedecerei
Cura meu coração,FAZ EM MIM TUA VONTADE
POIS SÓ NA TUA VONTADE
EU POSSO ME COMPLETAR.
Me leva onde eu possa ouvir a tua voz
Pois quando eu escutar
De todo coração, obedecerei
Cura meu coração,FAZ EM MIM TUA VONTADE
POIS SÓ NA TUA VONTADE
EU POSSO ME COMPLETAR.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
De volta a facul...
Olá pessoas, passando pra dizer que as aulas já começaram!!!
Completamente fora de ritmo, estou tentando me adaptar. Além de ser uma faculdade nova, nova turma, percurso novo, tudo novo!!!
Mas aquele cansaço, esse sim... Continua o mesmo! Kkkkkk
Bom, vamos lá!
Quem estuda Deus ajuda!!!! Rsrsrsrs
Um abraço e até mais.
Completamente fora de ritmo, estou tentando me adaptar. Além de ser uma faculdade nova, nova turma, percurso novo, tudo novo!!!
Mas aquele cansaço, esse sim... Continua o mesmo! Kkkkkk
Bom, vamos lá!
Quem estuda Deus ajuda!!!! Rsrsrsrs
Um abraço e até mais.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Conclusão
Concluindo, em Ap 3.11 Jesus diz: "Venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa". O fato de alguém entrar na corrida não significa que a vitória já está ganha. A coroa pode ser perdida. Por isso que Paulo diz: "Correi de tal maneira que o alcanceis".
Em Ap 2.10 Jesus diz: "Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida". A vida cristã exige esforço sério, disciplina, obediência às regras, treinamento, determinação, fidelidade, constância. Muitos começam bem a corrida, mas não vencem, não chegam ao alvo final, sendo desqualificados.
Sejamos fiéis a Jesus, meus irmãos! Sejamos verdadeiros atletas de Cristo, atletas disciplinados, atletas que possuam o desejo incontido de vencer, o desejo de receber o troféu da vida eterna. Amém!
Pr.Billy Graham Rodrigues
Em Ap 2.10 Jesus diz: "Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida". A vida cristã exige esforço sério, disciplina, obediência às regras, treinamento, determinação, fidelidade, constância. Muitos começam bem a corrida, mas não vencem, não chegam ao alvo final, sendo desqualificados.
Sejamos fiéis a Jesus, meus irmãos! Sejamos verdadeiros atletas de Cristo, atletas disciplinados, atletas que possuam o desejo incontido de vencer, o desejo de receber o troféu da vida eterna. Amém!
Pr.Billy Graham Rodrigues
terça-feira, 20 de julho de 2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
3 – RECEBE O PRÊMIO DA VIDA ETERNA (vs. 24, 25b)
O texto também ensina que o atleta cristão recebe o prêmio da vida eterna. No tempo de Paulo o prêmio era uma coroa feita de folhas de pinheiro, que era altamente valorizada e cobiçada pelos atletas. Hoje, o prêmio é uma medalha de ouro para o atleta que alcança o primeiro lugar, uma medalha de prata para o atleta que alcança o segundo lugar, e uma medalha de bronze para o atleta que alcança o terceiro lugar, além de outros prêmios menores, mas todos significativos, nos Jogos Olímpicos.
E como deve ser emocionante o momento em que o atleta recebe o prêmio! Há alguns que nem conseguem conter as lágrimas. É o choro da vitória, pois, afinal de contas, de alegria também se chora.
Mas Paulo ensina que todos esses prêmios terrenos são obviamente temporários, passageiros e perecíveis. Paulo informa que o prêmio dos atletas de Deus, o prêmio daqueles que perseverantemente lutam em defesa do Evangelho de Jesus Cristo, em prol da extensão do reino de Deus nesta terra, é uma coroa muito mais valiosa, a saber, uma coroa incorruptível, uma coroa imperecível, uma coroa eterna, uma coroa dotada de valor infinito. Não há troféu comparável a este - o prêmio da vida eterna!
Paulo diz no v. 24: "Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só é que recebe o prêmio?" Paulo não está dizendo aqui que só uma pessoa receberá o troféu da vitória, mas que cada pessoa deve dedicar-se inteiramente à corrida. Por isso diz: "Correi de tal maneira que o alcanceis".
Continua...
E como deve ser emocionante o momento em que o atleta recebe o prêmio! Há alguns que nem conseguem conter as lágrimas. É o choro da vitória, pois, afinal de contas, de alegria também se chora.
Mas Paulo ensina que todos esses prêmios terrenos são obviamente temporários, passageiros e perecíveis. Paulo informa que o prêmio dos atletas de Deus, o prêmio daqueles que perseverantemente lutam em defesa do Evangelho de Jesus Cristo, em prol da extensão do reino de Deus nesta terra, é uma coroa muito mais valiosa, a saber, uma coroa incorruptível, uma coroa imperecível, uma coroa eterna, uma coroa dotada de valor infinito. Não há troféu comparável a este - o prêmio da vida eterna!
Paulo diz no v. 24: "Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só é que recebe o prêmio?" Paulo não está dizendo aqui que só uma pessoa receberá o troféu da vitória, mas que cada pessoa deve dedicar-se inteiramente à corrida. Por isso diz: "Correi de tal maneira que o alcanceis".
Continua...
terça-feira, 13 de julho de 2010
2 – PRECISA TER O DESEJO DE VENCER (v. 26)
O atleta cristão precisa também ter o desejo de vencer. Paulo informa que, na posição de corredor, ele corria com um alvo definido. Na qualidade de lutador, ele tinha um adversário, que era Satanás. Ele dirigia os seus golpes contra Satanás, visando enfraquecê-lo e derrotá-lo. Em síntese, ele tinha um alvo definido, uma vitória a conquistar, o desejo de vencer. E ele sabia como fazer isto. Porque ele diz que não dava golpes no ar como se não tivesse adversário nenhum, como se não tivesse qualquer meta ou qualquer vitória a conquistar. Ele tinha o desejo de vencer
Seja nas entrevistas, seja na maneira como se dedicam nas competições, os atletas sempre revelam o desejo incontido de vencer. E, na tentativa de vencer, de conquistar a vitória, eles enfrentam mil perigos e contra-tempos. Mas nada os afasta daquele propósito que domina suas mentes. Eles possuem dentro de si o desejo de vencer.
Tempos atrás, nos Jogos Olímpicos, o mundo inteiro viu uma senhora participando da corrida. Ela não agüentava mais correr. Já estava cansada, encurvada, parecia que não agüentava dar mais um passo sequer. Mas por causa do seu desejo incontido de vencer conseguiu chegar na linha de chegada. Desmaiou. O sangue já estava saindo pelas pernas. É verdade, ela não ganhou o prêmio, ela não ficou em primeiro lugar. Mas alcançou o seu alvo, conquistou a sua vitória pessoal. Interessante que esta senhora ficou mais famosa no mundo inteiro do que a pessoa que ficou em primeiro lugar, por causa da sua perseverança, por causa do seu desejo incontido de vencer.
Assim devem lutar também os atletas de Deus, os crentes em Jesus Cristo: pensando nas vitórias a serem conquistadas, seja na vida pessoal, seja na vida profissional, seja na vida familiar, seja na vida da igreja, seja na vida da denominação batista brasileira. Vitórias, vitórias, vitórias, para honra e glória de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Quantas e quais as vitórias que você tem alcançado? Lembre-se: não há vitória sem luta, sem esforço.
Continua...
Seja nas entrevistas, seja na maneira como se dedicam nas competições, os atletas sempre revelam o desejo incontido de vencer. E, na tentativa de vencer, de conquistar a vitória, eles enfrentam mil perigos e contra-tempos. Mas nada os afasta daquele propósito que domina suas mentes. Eles possuem dentro de si o desejo de vencer.
Tempos atrás, nos Jogos Olímpicos, o mundo inteiro viu uma senhora participando da corrida. Ela não agüentava mais correr. Já estava cansada, encurvada, parecia que não agüentava dar mais um passo sequer. Mas por causa do seu desejo incontido de vencer conseguiu chegar na linha de chegada. Desmaiou. O sangue já estava saindo pelas pernas. É verdade, ela não ganhou o prêmio, ela não ficou em primeiro lugar. Mas alcançou o seu alvo, conquistou a sua vitória pessoal. Interessante que esta senhora ficou mais famosa no mundo inteiro do que a pessoa que ficou em primeiro lugar, por causa da sua perseverança, por causa do seu desejo incontido de vencer.
Assim devem lutar também os atletas de Deus, os crentes em Jesus Cristo: pensando nas vitórias a serem conquistadas, seja na vida pessoal, seja na vida profissional, seja na vida familiar, seja na vida da igreja, seja na vida da denominação batista brasileira. Vitórias, vitórias, vitórias, para honra e glória de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Quantas e quais as vitórias que você tem alcançado? Lembre-se: não há vitória sem luta, sem esforço.
Continua...
quinta-feira, 8 de julho de 2010
1 – PRECISA EXERCER A AUTO-DISCIPLINA (vs. 25a, 27a)
Primeiro Paulo nos fala sobre a auto-disciplina, o domínio próprio, o auto-controle. Qualquer atleta que deseja vencer uma competição tem que treinar diariamente, praticar exercícios físicos, fazer dietas apropriadas, abster-se de excessos físicos. Enfim, ele precisa ter auto-disciplina - controle próprio.
Do mesmo modo, como atletas de Deus, precisamos disciplinar todas as áreas da nossa vida:
a) O atleta cristão precisa disciplinar o seu CORPO. No v. 27 Paulo estava lembrando da luta de boxe. Assim como o lutador espancava o corpo do adversário Paulo espancava o seu próprio corpo. Ele dirigia os seus golpes contra si mesmo, a fim de derrubar-se, visando o seu corpo, visando seus apetites carnais, que queriam derrotá-lo na sua vida espiritual. Ele mantia o seu corpo em submissão. Isto é auto-disciplina. Todos os anos, no mês de fevereiro, os canais de televisão mostram homens e mulheres em cenas que envergonhariam até mesmo os habitantes de Sodoma e Gomorra. Aqueles corpos são usados para a carne, para o pecado, para a devassidão. Li tempos atrás a respeito de uma cantora que se dizia evangélica, mas que havia pousado nua para a revista Playboy. A Bíblia ensina que o corpo de um crente é para ser entregue a Deus: "Rogo-vos pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos como um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional" (Rm 12.1). Quando não éramos crentes os nossos corpos serviam aos propósitos e desejos da carne, mas desde o dia em que aceitamos Jesus como nosso Salvador e Senhor, os nossos corpos não são mais nossos. Nós os entregamos a Deus, e eles passaram a ser templos do Espírito Santo. Isto é auto-disciplina.
b) O atleta cristão precisa disciplinar a sua MENTE. Paulo diz: "Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra" (Cl 3.2). Satanás muitas vezes investe contra as nossas mentes com insinuações mal intencionadas. Devemos expulsar estas insinuações antes que elas nos vençam. Há um velho ditado inglês que diz que nós não podemos impedir que os passarinhos voem por cima das nossas cabeças, mas podemos impedir que eles façam ninhos em nossos cabelos. Isto é auto-disciplina. Se você lê revistas pornográficas ou vê filmes pornográficos, você não poderá ter uma mente pura. Se o assunto da roda de seus amigos é imoralidade, você não poderá ter uma mente pura. As más conversas corrompem os bons costumes. Se você enche a sua mente de lixo, tudo o que a sua mente produzirá será lixo. Paulo diz que devemos encher a nossa mente de coisas boas: "Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai" (Fp 4.8). Isto é auto-disciplina.
c) O atleta cristão precisa disciplinar o seu TEMPERAMENTO. Tiago diz: "Todo homem seja... tardio para se irar" (Tg 1.19). Sabemos que não devemos nos irar, mas constantemente o fazemos. Como superar esse pecado? O mesmo Tiago responde: "Pelo que, despojando-vos de toda sorte de imundícia e de todo vestígio do mal, recebei com mansidão a palavra em vós implantada, a qual é poderosa para salvar as vossas almas" (Tg 1.21). Tiago diz que devemos tirar de nós a roupa suja da ira e colocar a Palavra de Deus em nós. Porque quando eu deixo que as palavras do Senhor sejam guardadas dentro de mim e brotem no meu íntimo, então o meu caráter muda. Então o segredo para vencer a ira, o ódio, o temperamento descontrolado, está aqui: ter a Palavra de Deus enxertada no coração: "Escondi a tua palavra no meu coração, para não pecar contra ti" (Sl 119.11). Isto é auto-disciplina.
d) O atleta cristão precisa disciplinar a sua LÍNGUA. Tiago diz: "Se alguém cuida ser religioso e não refreia a sua língua, mas engana o seu coração, a sua religião é vã" (Tg 1.26). Quanta fofoca no meio cristão! É triste que a igreja que deveria se mostrar ao mundo como um exemplo de relacionamentos pessoais seja uma comunidade, muitas vezes, com relacionamentos pessoais tão precários que chega a assustar. Davi fez a seguinte oração: "Põe, ó Senhor, uma guarda à minha boca; vigia a porta dos meus lábios!" (Sl 141.3). Como precisamos disciplinar o nosso falar! O Pr. Simonton Araújo conta que certa vez dirigia uma reunião de crianças na varanda de uma casa onde havia um papagaio. Quando elas começaram a cantar, o papagaio as acompanhou. Do jeito dele e com as dificuldades dele, repetiu parte da letra com as crianças. O pastor ficou impressionado! Aquele papagaio era uma prova palpável de que naquela casa, constantemente, os moradores cantavam louvores ao Senhor; era uma prova de que aqueles cânticos foram repetidos inúmeras vezes ali, pois somente assim o papagaio aprenderia. Imaginem vocês se na casa de todos os crentes tivesse um papagaio! Já imaginaram na hora da visita pastoral? Seria um tal de esconder o papagaio ou mandá-lo para a casa do vizinho. Eu não duvido de que alguns papagaios saberiam os palavrões, os mexericos, as fofocas, as calúnias, as críticas destrutivas, os julgamentos precipitados, os defeitos de muitos irmãos da igreja... Você duvida? Por isso que Paulo disse: "Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que seja boa para a necessária edificação, a fim de que ministre graça aos que a ouvem" (Ef 4.29). Isto é auto-disciplina.
Assim como o atleta dos Jogos Olímpicos precisava exercer auto-disciplina para vencer uma competição, nós também, como atletas de Deus, precisamos exercer auto-disciplina em todas as áreas da nossa vida. Precisamos disciplinar o nosso corpo, a nossa mente, o nosso temperamento, a nossa língua, e muitas outras coisas mais, se é que desejamos vencer na corrida da fé.
Continua...
Do mesmo modo, como atletas de Deus, precisamos disciplinar todas as áreas da nossa vida:
a) O atleta cristão precisa disciplinar o seu CORPO. No v. 27 Paulo estava lembrando da luta de boxe. Assim como o lutador espancava o corpo do adversário Paulo espancava o seu próprio corpo. Ele dirigia os seus golpes contra si mesmo, a fim de derrubar-se, visando o seu corpo, visando seus apetites carnais, que queriam derrotá-lo na sua vida espiritual. Ele mantia o seu corpo em submissão. Isto é auto-disciplina. Todos os anos, no mês de fevereiro, os canais de televisão mostram homens e mulheres em cenas que envergonhariam até mesmo os habitantes de Sodoma e Gomorra. Aqueles corpos são usados para a carne, para o pecado, para a devassidão. Li tempos atrás a respeito de uma cantora que se dizia evangélica, mas que havia pousado nua para a revista Playboy. A Bíblia ensina que o corpo de um crente é para ser entregue a Deus: "Rogo-vos pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos como um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional" (Rm 12.1). Quando não éramos crentes os nossos corpos serviam aos propósitos e desejos da carne, mas desde o dia em que aceitamos Jesus como nosso Salvador e Senhor, os nossos corpos não são mais nossos. Nós os entregamos a Deus, e eles passaram a ser templos do Espírito Santo. Isto é auto-disciplina.
b) O atleta cristão precisa disciplinar a sua MENTE. Paulo diz: "Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra" (Cl 3.2). Satanás muitas vezes investe contra as nossas mentes com insinuações mal intencionadas. Devemos expulsar estas insinuações antes que elas nos vençam. Há um velho ditado inglês que diz que nós não podemos impedir que os passarinhos voem por cima das nossas cabeças, mas podemos impedir que eles façam ninhos em nossos cabelos. Isto é auto-disciplina. Se você lê revistas pornográficas ou vê filmes pornográficos, você não poderá ter uma mente pura. Se o assunto da roda de seus amigos é imoralidade, você não poderá ter uma mente pura. As más conversas corrompem os bons costumes. Se você enche a sua mente de lixo, tudo o que a sua mente produzirá será lixo. Paulo diz que devemos encher a nossa mente de coisas boas: "Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai" (Fp 4.8). Isto é auto-disciplina.
c) O atleta cristão precisa disciplinar o seu TEMPERAMENTO. Tiago diz: "Todo homem seja... tardio para se irar" (Tg 1.19). Sabemos que não devemos nos irar, mas constantemente o fazemos. Como superar esse pecado? O mesmo Tiago responde: "Pelo que, despojando-vos de toda sorte de imundícia e de todo vestígio do mal, recebei com mansidão a palavra em vós implantada, a qual é poderosa para salvar as vossas almas" (Tg 1.21). Tiago diz que devemos tirar de nós a roupa suja da ira e colocar a Palavra de Deus em nós. Porque quando eu deixo que as palavras do Senhor sejam guardadas dentro de mim e brotem no meu íntimo, então o meu caráter muda. Então o segredo para vencer a ira, o ódio, o temperamento descontrolado, está aqui: ter a Palavra de Deus enxertada no coração: "Escondi a tua palavra no meu coração, para não pecar contra ti" (Sl 119.11). Isto é auto-disciplina.
d) O atleta cristão precisa disciplinar a sua LÍNGUA. Tiago diz: "Se alguém cuida ser religioso e não refreia a sua língua, mas engana o seu coração, a sua religião é vã" (Tg 1.26). Quanta fofoca no meio cristão! É triste que a igreja que deveria se mostrar ao mundo como um exemplo de relacionamentos pessoais seja uma comunidade, muitas vezes, com relacionamentos pessoais tão precários que chega a assustar. Davi fez a seguinte oração: "Põe, ó Senhor, uma guarda à minha boca; vigia a porta dos meus lábios!" (Sl 141.3). Como precisamos disciplinar o nosso falar! O Pr. Simonton Araújo conta que certa vez dirigia uma reunião de crianças na varanda de uma casa onde havia um papagaio. Quando elas começaram a cantar, o papagaio as acompanhou. Do jeito dele e com as dificuldades dele, repetiu parte da letra com as crianças. O pastor ficou impressionado! Aquele papagaio era uma prova palpável de que naquela casa, constantemente, os moradores cantavam louvores ao Senhor; era uma prova de que aqueles cânticos foram repetidos inúmeras vezes ali, pois somente assim o papagaio aprenderia. Imaginem vocês se na casa de todos os crentes tivesse um papagaio! Já imaginaram na hora da visita pastoral? Seria um tal de esconder o papagaio ou mandá-lo para a casa do vizinho. Eu não duvido de que alguns papagaios saberiam os palavrões, os mexericos, as fofocas, as calúnias, as críticas destrutivas, os julgamentos precipitados, os defeitos de muitos irmãos da igreja... Você duvida? Por isso que Paulo disse: "Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que seja boa para a necessária edificação, a fim de que ministre graça aos que a ouvem" (Ef 4.29). Isto é auto-disciplina.
Assim como o atleta dos Jogos Olímpicos precisava exercer auto-disciplina para vencer uma competição, nós também, como atletas de Deus, precisamos exercer auto-disciplina em todas as áreas da nossa vida. Precisamos disciplinar o nosso corpo, a nossa mente, o nosso temperamento, a nossa língua, e muitas outras coisas mais, se é que desejamos vencer na corrida da fé.
Continua...
terça-feira, 29 de junho de 2010
"O ATLETA CRISTÃO" (Parte 1)
Em tempos de COPA DO MUNDO, todos ficamos envolvidos de alguma forma...
Pensando nisso, eis aqui algumas considerações sobre os ATLETAS.
Texto: 1 Coríntios 9.24-27
No Brasil o esporte mais popular é o futebol. Mas no tempo de Paulo o esporte mais preferido dos habitantes da cidade de Corinto era a corrida (v. 24) e a luta de boxe (v. 26).
Paulo usou a corrida e a luta de boxe para ilustrar o que é a vida cristã. Ele usou essa ilustração porque na cidade de Corinto, de três em três anos, havia os Jogos Olímpicos e esses jogos mobilizavam toda a cidade. Para alguém participar dos jogos devia treinar durante dez meses, fazer uma dieta especial e submeter-se a uma disciplina rigorosa. Ao final dos jogos, o vencedor recebia como prêmio uma coroa de folhas de pinheiro.
Paulo então compara a vida cristã com uma competição de atletismo. Nós somos atletas de Deus. A partir do momento em que experimentamos o encontro pessoal com o Senhor Jesus Cristo, somos convocados a participar da corrida da fé. Como atletas cristãos, corremos em busca do maior prêmio: a vida eterna.
Por:Billy Graham
Continua...
Pensando nisso, eis aqui algumas considerações sobre os ATLETAS.
Texto: 1 Coríntios 9.24-27
No Brasil o esporte mais popular é o futebol. Mas no tempo de Paulo o esporte mais preferido dos habitantes da cidade de Corinto era a corrida (v. 24) e a luta de boxe (v. 26).
Paulo usou a corrida e a luta de boxe para ilustrar o que é a vida cristã. Ele usou essa ilustração porque na cidade de Corinto, de três em três anos, havia os Jogos Olímpicos e esses jogos mobilizavam toda a cidade. Para alguém participar dos jogos devia treinar durante dez meses, fazer uma dieta especial e submeter-se a uma disciplina rigorosa. Ao final dos jogos, o vencedor recebia como prêmio uma coroa de folhas de pinheiro.
Paulo então compara a vida cristã com uma competição de atletismo. Nós somos atletas de Deus. A partir do momento em que experimentamos o encontro pessoal com o Senhor Jesus Cristo, somos convocados a participar da corrida da fé. Como atletas cristãos, corremos em busca do maior prêmio: a vida eterna.
Por:Billy Graham
Continua...
terça-feira, 25 de maio de 2010
Uma igreja adormecida...
Estive verificando algumas informações sobre a igreja perseguida, são milhões de irmãos que estão sofrendo por causa do amor de Cristo. São pessoas que decidiram viver um amor louco, um amor sem limites, inconseqüente...
Muitos de nós pensamos que as perseguições só faziam parte da história da igreja na época dos apóstolos, cerca de 2000 anos atrás. Mas, na verdade em nossos dias na contemporaneidade dos tempos, em plena era globalizada, em um mundo que se prega liberdade de expressão, temos irmãos sofrendo as conseqüências por proclamar uma verdade que traz paz, esperança, que liberta que faz tudo novo!
Então comecei a perceber a igreja ocidental, mas especificamente aqui no Brasil, uns engajados em causas sobrenaturais, que realmente faz algum sentido, mas outros, pregando um evangelho água com açúcar, materialista, hedonista, humanista... Corrompe os fies, engana as pessoas que estão famintas por algo diferente que desejam algo espiritual... As pessoas são aglomeradas em um espaço, recebem um titulo e simplesmente nada lhes acontecem... Vive uma esperança morta, uma fé morna, obras adormecidas...
Pensei, qual seria meu papel nesse cenário montado? Como poderia fazer alguma coisa pela igreja perseguida e pela que dorme? Afinal não teria que ser elas uma só? A igreja não é única mundialmente? Não se trata de apenas um corpo? Não seria esse o corpo de Cristo? Não seria essa mesma igreja a noiva do cordeiro? São perguntas que até tenho respostas mas que o cenário mundial revela uma decadência...
Amo a igreja de Cristo, amo sua causa e desejo muito que tenhamos uma onda de avivamento nas ovelhas de cristo desde o oriente até o ocidente, e que todos em uma só voz possamos conclamar aos altos céus e dizer: Maranata, vem Senhor Jesus!
Amados, desafio você a orar pela igreja de Cristo, por essa unidade que revela o amor do Pai, pois seremos conhecidos quando as obras desse amor forem reveladas nos relacionamentos dos santos.
Acorda igreja!
Muitos de nós pensamos que as perseguições só faziam parte da história da igreja na época dos apóstolos, cerca de 2000 anos atrás. Mas, na verdade em nossos dias na contemporaneidade dos tempos, em plena era globalizada, em um mundo que se prega liberdade de expressão, temos irmãos sofrendo as conseqüências por proclamar uma verdade que traz paz, esperança, que liberta que faz tudo novo!
Então comecei a perceber a igreja ocidental, mas especificamente aqui no Brasil, uns engajados em causas sobrenaturais, que realmente faz algum sentido, mas outros, pregando um evangelho água com açúcar, materialista, hedonista, humanista... Corrompe os fies, engana as pessoas que estão famintas por algo diferente que desejam algo espiritual... As pessoas são aglomeradas em um espaço, recebem um titulo e simplesmente nada lhes acontecem... Vive uma esperança morta, uma fé morna, obras adormecidas...
Pensei, qual seria meu papel nesse cenário montado? Como poderia fazer alguma coisa pela igreja perseguida e pela que dorme? Afinal não teria que ser elas uma só? A igreja não é única mundialmente? Não se trata de apenas um corpo? Não seria esse o corpo de Cristo? Não seria essa mesma igreja a noiva do cordeiro? São perguntas que até tenho respostas mas que o cenário mundial revela uma decadência...
Amo a igreja de Cristo, amo sua causa e desejo muito que tenhamos uma onda de avivamento nas ovelhas de cristo desde o oriente até o ocidente, e que todos em uma só voz possamos conclamar aos altos céus e dizer: Maranata, vem Senhor Jesus!
Amados, desafio você a orar pela igreja de Cristo, por essa unidade que revela o amor do Pai, pois seremos conhecidos quando as obras desse amor forem reveladas nos relacionamentos dos santos.
Acorda igreja!
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